O VERDADEIRO CONHECIMENTO JURÍDICO É A CHAVE DA JUSTIÇA
Hodiernamente, o cidadão brasileiro tem se deparado com decisões judiciais que demonstram total absurdeza e não refletem o verdadeiro sentido de Justiça, sendo, inclusive, tomadas de encontro aos próprios ditames, fundamentos e dispositivos legais, insertos na própria Carta Magna de 1988.
Observa-se, a cada dia, que o cidadão comum, não só não tem seu direito jurisdicional alcançado, máxime, quando vislumbra-se na espécie, tratar-se de pessoa pobre, menos abastada, sem influência nem patrocínio político ou jurídico, uma vez que, a gratuidade da Justiça, mesmo estando no escopo da atual Carta da República, não têm dinheiro suficiente para pagar escritórios renomados de advogados e as Defensorias Públicas, em todo o País, não têm condições humanas de atender a todas as demandas dos que dela buscam por Justiça.
Como é consabido, os bilionários, os milionários, os ricos, os políticos e os influentes têm seus direitos resolvidos de plano. Muitas vezes as decisões que lhes são favoráveis, são julgadas, em muitos casos concretos, em menos de 24 horas. Enquanto, os fracos, pobres e desprotegidos pelo Estado, quando conseguem lograr êxito em seus pleitos, às vezes, demoram décadas a terem as respostas de suas pretensões jurisdicionais.
O sistema judiciário, muitas das vezes, é cruel e desumano com aludidos cidadãos.
Não é à toa que o símbolo da Justiça é uma mulher com os olhos vendados, segurando uma espada em uma mão e, na outra, uma balança, porque no meio jurídico não pode ter dois pesos e duas medidas. Não é ético, moral nem justo.
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